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gratitude | Via Peregrina

Entries tagged with “gratitude”.


Os pássaros, que há pouco estavam agitados, calam-se. Nuvens carregadas, vento. Chove forte. A paisagem é cinza. Frio. Há uma certa incerteza no ar, não temos como saber quando vai acabar nossa reclusão. Estar exposto à água fria, ao ar gelado que percorre todo o vale não parece ser uma boa idéia. Temos que nos prevenir, cuidar da saúde, autopreervação.

Raios cortam os céus, em espetáculo belo e aterrorizador. Como se quisesse dizer sobre a nossa pequenez. Trovões vão ficando cada vez mais fortes, ocorrendo em espaços cada vez menores entre um relampejo  e outro.

Vem a tormenta. O barulho das águas sobre o telhado é maior, agora. A intensidade aumenta. Os galhos das árvores balançam nervosamente, em movimentos tortuosos e quase sofridos. Escurece.

Mas, subitamente, o barulho da água vai diminuindo. A claridade começa a voltar. As árvores acalmam-se, pois já não precisam resistir ao vento. Rapidamente, tudo se transforma. O canto dos pássaros recomeça. Timidamente. Os trovões parecem vir distantes, como despedindo-se de uma visita. Como se fosse um lenço branco sendo acenado ao longe.

O sol volta a brilhar intensamente. O solo molhado é a única lembrança da tormenta que passou. O ar está mais limpo, varrido pelas rajadas rápidas, primas-irmãs da suave brisa que faz dançar os trigais em volta da casa.

O solo está preparado. As sementes haviam sido plantadas. Com as dificuldades, adubou-se a plantação. Logo a colheita virá, pois a água necessária chegou. Depois da tempestade, volta a calmaria. E depois desta, a felicidade. E, então, é tempo de preparar o solo novamente. Esse é o ciclo da vida. Pense nisso. Até a próxima semana.

Rodolfo Nakamura

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Ano passado, ocorreu um aborrecimento. Estava no trabalho e recebi um telefonema. Era o banco confirmando operações financeiras. Como eu não reconheci o último débito, concluiu-se que meu cartão magnético havia sido clonado. Confere-se documentos, tirados da carteira. Correria. Alguém me chamou naquele ambiente público. Esqueci a carteira sobre a mesa.

Quando me dei conta, várias horas já haviam passados. Esperanças vãs de que a carteira estivesse dentro do carro, ou ainda que fosse possível encontrá-la em algum lugar, não se confirmaram. A carteira foi furtada.

O que me deixou chateado é que trabalho em uma instituição de ensino de nível superior. Circulam técnicos, professores e alunos no laboratório. Alguém encontrou minha carteira – e não entregou a ninguém, nem à segurança da instituição.

Falta, no país, a cultura da honestidade. Tanto é verdade que, quando alguém encontra documentos ou dinheiro e procura entregá-lo ao verdadeiro proprietário do bem, sai até no noticiário, em rede nacional, no horário de maior audiência. Ser honesto deveria ser normal.

Chateação à parte, fui atrás do prejuízo. Providencei todos os documentos e a vida segue.

Pensando bem, minha carteira de identidade, embora em bom estado, era muito velha. Precisava fazer uma nova via, com foto nova. Até a assinatura já era outra. A carteira de motorista precisava atualizações. Eu estava protelando. Então, tinha mesmo que renovar. E assim foi, com vários documentos e cartões de banco. Ou seja, precisava de um empurrãozinho.

Também me chamou a atenção para  a necessidade de valorizar o dinheiro e tudo que estava na carteira. Outro fato é que eu havia passado, por aqueles dias, por vários pequenos sustos. Depois do furto, senti que alguma energia que me acompanhava, mudou de endereço. Não estava mais comigo. Analisando melhor, acho que foi uma bênção. Apesar do transtorno, tive uma quebra no ritmo de vida que foi providencial.

Passado mais de um ano, olhando para trás, vejo o quanto minha vida melhorou desde então. Apenas notícias boas e grandes problemas resumindo-se a providenciais soluções. Agradeço todos os dias que essa energia mudou. Talvez tenha sido naquela noite.

Como você se sente quando pequenos aborrecimentos visitam a sua vida? Já parou para escutar a sua voz interior que está querendo dizer algo? Uma pausa, uma renovação, talvez? Veja que tudo, na vida, tem vários pontos de vista. Há males que vem para bem. Pense nisso. Até a próxima semana.

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Imagine que você já está caminhando há cerca de cinco horas, percorrendo desde as oito horas da manhã cerca de vinte quilômetros. O sol já está forte, afinal, são treze horas e estamos quase chegando à pousada, onde vamos descansar.

Este é o cenário de um dia de caminhada de peregrinação.

Agora, imagine que este dia é o sétimo de uma caminhada. E que, após uma curva, você se depara com uma imensa, longa e inclinada subida. Saiba que esse problemão não é raro em nossas viagens.

Resolvendo um problema

O provérbio chinês diz que “uma caminhada de mil léguas começa com o primeiro passo”. Esse é o primeiro conceito que você tem que ter na sua caminhada rumo à resolução de suas dificuldades. Caminhe, a passos curtos e lentos, na velocidade e na medida que você saiba ser possível seguir e, principalmente ir longe.

Vá com calma. Paciência é uma boa virtude em qualquer problema. Um passo de cada vez, prestando atenção à respiração e à cada passada – como você está se sentindo? Os músculos correspondem? A mente está descansada? Um passo de cada vez. Sinta o momento presente.

A terceira recomendação – sim, já foram duas – é olhar para o topo da subida no começo da empreitada. Tome consciência de onde está o seu objetivo. Depois, durante a subida, não olhe para lá. Símplesmente caminhe, como já dissemos. Em outras palavras, faça, com paciência, o que tem que ser feito. Não se ocupe (esteja DES-PRE-ocupado) com pensamentos sobre as dificuldades.

Caso não resista e olhe para cima. Isso vai lhe desanimar. Talvez o topo esteja mais longe do que você imaginava passo a passo. Como buscar nova motivação? Olhe para baixo. Veja o quanto progrediu e verá que é mais do que imaginava ser. Veja a paisagem – que, a esta altura, deve estar revelando-se para seus olhos. Respire. Absorva a energia do ambiente e sinta o momento presente. Sinta-se vivo.

Nestes passos, você chegará ao topo mais rápido do que imagina. Sem perceber, terá à sua frente o prêmio reservado somente àqueles que ousam subir a montanha – a paisagem do vale, o silêncio, a brisa suave. Sentirá o sabor da conquista, visto somente pelos que se enchem de coragem para enfrentar seus problemas. Ouvirá a voz interior cheia de satisfação, orgulho e, principalmente, realização e alívio.

Finalmente, aproveite o momento. Ele é seu. Resolver problemas, principalmente os grandes, faz parte das situações de maior satisfação pessoal – a da competência. Pense nisso. Até a próxima semana!

Rodolfo Nakamura

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Quando a gente sai para uma jornada, seja ela qual for, uma nova visão de vida, um projeto profissional ou mesmo uma caminhada de peregrinação, temos o hábito de pensar em levar tudo o que achamos necessário para o sucesso da empreitada.

Antes de colocar tudo nessa mochila – a nossa “cabeça”, nossa mente,  que recheamos com emoções, sentimentos e pensamentos – é preciso parar e refletir.

Podemos classificar quase tudo o que é “necessário” em três categorias: SUPÉRFLUO  (pode ser descartado, sem prejuízo algum), IMPORTANTE (pode ser interessante em alguma situação) e ESSENCIAL  (sem eles, simplesmente NÃO há como seguir).

Na maioria das vezes, temos a sensação de estarmos vivendo somente no supérfluo ou até o importante, deixando de realizar tarefas ou de colecionar experiências ou objetos essenciais para nosso crescimento. Temos a sensação de perda, o que traz outros problemas para nossa saúde física e mental.

A pergunta, sempre é: “por que tenho que levar isso na minha mochila? É, realmente, essencial?”. Se o sentimento lhe responder “sim”, vá em frente. Se houver uma dúvida, no mínimo, classifique-o como importante ou supérfluo.

Escolha o seu dia e suas experiências. Veja, em sua vida, tudo o que, de fato é essencial para você. Assim, certamente, ela ficará mais leve. Agradeça, sempre. É uma forma de deixar para trása o peso que a consciência teima em deixar na nossa vida. Pense nisso. Sinta como está cheio de idéias a respeito de sua nova vida – a que começa agora, neste exato momento. Ouça sua voz interior! Até a próxima semana!

Rodolfo Nakamura

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Você tem a vida que deseja? Ou será que tem a vida que pediu? Pois saiba que a sua vida hoje é fruto de suas escolhas, inclusive uma em especial – NÃO escolher coisa alguma.

É claro que, na visão de um pesquisador em comunicação, todos os problemas estão relacionados a esse tema. Mas, veja por esse lado – sua vida hoje pode ser o reflexo das comunicações que você teve consigo mesmo ou com o Divino.

Olhando por esse lado, duas visões aparecem de pronto:

  • É necessário tomar as rédeas da sua vida. É necessário um projeto, com objetivos claros e delineados. Compartilhe isso consigo mesmo, com o Divino e também com as pessoas que estarão com você nesta jornada. Sim. A meta tem que ser ecológica, tem que estar relacionada com as pessoas com quem você compartilha sua vida.
  • É preciso melhorar sua comunicação. Observe o que, como e porque você está pedindo algo. Se for justo, será atendido, tenha certeza.

Observe que, nem sempre, o presente é exatamente como gostaríamos que fosse. Mas perceba que, invariavelmente, é o melhor que poderíamos ter. Muitas experiências nos parecem estranhas ou desagradáveis em um primeiro momento e, algum tempo depois, percebemos que foi construtivo, enriquecedor e nos fortaleceu e nos preparou para novos desafios.

O melhor que poderíamos ter é o presente. Então, antes de terminar de ler este post, agradeça. Mas faça de coração. Faça da gratidão sua atitude na vida. Verá que as respostas começarão a melhorar.

Pense nisso. Sinta o que a vida lhe traz de bom. Concentre-se nas coisas boas. Agradeça. Ouça sua felicidade interior que está querendo esbravejar novos rumos na sua vida. Até a próxima semana.

Rodolfo Nakamura

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Nesta semana, passei uma atividade em sala de aula, como um exercício, que vou compartilhar com vocês. A idéia é detectar sinais de que a vida está no curso certo. Sugiro a você que repita a mesma experiência deles.

Pedi aos alunos que indicassem um grande objetivo na vida deles. Em seguida, que apontassem, ao menos três aspectos positivos – simbolizados por sinais da vida que lhe indicassem que estão no caminho certo – e ao menos três outros (negativos) que indicassem que estão precisando de novas alternativas.

Veja que nesta pequena pausa, os alunos tiveram a oportunidade de pensar em suas próprias vidas. Algo que, na correria dos dias atuais, está se tornando cada vez mais difícil de ser feito. “Porque, por qual causa, estou lutando pessoalmente?” – é a pergunta a ser respondida.

Abraham Maslow, em seu difundido artigo sobre a Teoria da Motivação Humana, fala de cinco níveis de necessidades humanas: fisiológicas, de segurança, afeto e relacionamento social, reconhecimento e realização pessoal. Sua definição para este último item é simples e direto: quando estamos fazendo o que acreditamos que é o que sabemos e queremos fazer -nossa missão -, é que há o sentido de realização.

Alguns alunos não conseguiram listar 3 aspectos positivos ou 3 negativos. Outros, conseguiram muito de um aspecto e pouco de outro e assim por diante. A análise desta quantidade – que era uma meta e não uma obrigatoriedade – é a medida de quão próximos estamos da nossa felicidade. Afinal, quer definição melhor para este sentimento do que a realização pessoal?

O que houve com a sua lista? Equilíbrio? Bom. Quer dizer que está caminhando pelo curso natural da vida. Há mais sinais de caminho certo? Ótimo. Quer dizer que está caminhando para sua realização. Agradeça. Tenha uma atitude de gratidão. Mais sinais positivos surgirão.

Por outro lado, existem mais sinais “negativos”? Então, vamos ver novos caminhos a serem tomados. Observe que, na realidade, não existe caminho errado, ruim, ou nada que lhe possa levar para baixo. Esqueça isso. Há caminhos diferentes que nos levam a outros objetivos – que não necessariamente são os nossos. São oportunidades de crescimento que se abrem diante de nós.

Analise que, durante esses passos que estão momentaneamente nos distanciando do objetivo, há uma série de novos conhecimentos e experiências a enriquecer nossa vida. Nem que sejam exatamente para nos dizer que o caminho da felicidade é outro.

Caso seja esse o diagnóstico, novas alternativas devem ser consideradas. Talvez falte prestar atenção nos sinais. Talvez um deles, que ignoramos, nos desviou de nosso alvo. Talvez estejam todos lá e sequer nos damos conta. Sempre há alternativas. O Universo é abundante de oportunidades e, sempre,
Ele está nos sinalizando que há uma nova possibilidade para retornarmos à nossa rota.

Valorize o caminho percorrido. É uma experiência sua e que, pode ser, seja uma bagagem necessária para quando estiver no rumo certo. Acredite na abundância e na prosperidade do Mundo.

Observe também sua comunicação. Você está tendo o retorno desejado? A vida lhe responde como deseja? Não? Então vamos analisar o que e, principalmente, como estamos pedindo. E esteja atento ao seu pedido: ele poderá ser atendido!

Comunique-se corretamente com o Divino. Ele responderá. Pense nisso. Sinta a energia que lhe enche de entusiasmo. Veja os sinais do caminho. Ouça sua voz interior. Até a próxima semana!

Rodolfo Nakamura

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Os carnavais têm marcado minha “carreira” peregrina. Afinal, a primeira peregrinação a pé foi em 2004 justamente nesta época. O que houve de especial foi o fato de Dona Meire, minha mãe, realizá-lo para comemorar 70 anos, justamente neste evento.

Um ano depois, eu estava neste período pedalando pela Estrada Real. No ano seguinte, caminhando, pela primeira vez com Nelson, meu irmão, pelo Caminho da Luz. No ano seguinte, resolvi passar o ano novo – e não o carnaval – caminhando novamente com Dona Meire, pelo Caminho da Fé. Ano seguinte, pelo Caminho da Paz, na Bahia e finalmente ano passado, no Caminho dos Anjos.

Ano passado, no Caminho dos Anjos, viajei com uma dúvida. Talvez a Talita estivesse grávida. Confesso que o momento, racionalmente, não era o melhor para que isso acontecesse. Por isso, havia um pouco de preocupação com a nova situação.

No primeiro dia, como não poderia deixar de ser, eu caminhava pensativo. Como seria a minha vida, caso a gravidez fosse confirmada? Quais seriam as mudanças? O que deveria fazer daquele momento em diante?

Então, senti que meu anjo de guarda veio conversar comigo.

– Rodolfo, se você quiser, de fato, que isto não aconteça, peça com fé e o bebê não nascerá. Naturalmente será abortado.

Você deve estar pensando que esse não é propriamente uma conversa que um anjo da guarda deveria ter com seu protegido.

– Não… eu não consigo pedir isso. Isto está fora de questão – ponderei. E o anjo calou-se.

Mais algumas horas de caminhada. Naqueles momentos em que a meditação ocorre naturalmente, imposto pelo ritmo da caminhada, novamente ele voltou à tona.

– Rodolfo, para resolver esses problemas todos, continuar tudo como está, basta pedir com fé e Ele resolverá tudo para você.

– Eu não consigo pedir isso. Eu não quero pedir isso. – respondi novamente, depois de um breve período de meditação.

Outra vez, desviei a atenção para o caminho, para a paisagem e o pensamento logo viajou para outras questões. No entanto, o que parecia ser um problema na minha vida, visitava toda hora meus pensamentos. Então, novamente o anjo voltou a conversar comigo.

– Rodolfo, você se lembra da igreja da Imaculada Conceição, em Baependi (cidade onde começa o Caminho dos Anjos)? E a história de Nhá Chica?

– Lembro-me, sim. Ela era uma pessoa muito simples e humilde e que ajudava as pessoas a alcançarem graças por meio de suas preces.

– Pois é. O que ela respondai quando perguntavam a ela como conseguia os milagres?

– Dizia: “Isto acontece porque peço com fé” – respondi.

– Pois então, meu amigo. Você está no Caminho dos Anjos. Peça com fé e o bebê naturalmente deixará o útero de sua mulher. Ela sentirá uma forte cólica e, pouco tempo depois, tudo estará resolvido.

– Anjo querido, eu NÃO posso pedir isso. Se for uma vontade do Pai, eu aceitarei. Mas EU pedir isso? Não. Eu não posso, eu não devo, eu não quero pedir. Isto está fora de questão – respondi, com vontade definitiva.

– Então, meu querido, a partir de agora, pare de pensar que tudo isso é um problema atrás de outro. PASSE A AGRADECER. – disse-me meu Anjo de Guarda, com toda a felicidade que pude sentir.

Imediatamente tudo mudou de cores. A cada momento que eu lembrava de como Deus tem sido generoso comigo, agradecia. Certamente, se estava acontecendo na minha vida, deveria ser uma bênção e não motivo de preocupação.

Hoje, um ano depois, agradeço a Deus por todas as graças a mim concedidas. Miguel Nakamura é um anjo. Uma bênção que me faz feliz a todo momento. Basta pensar nele, lembrar-me de seu sorriso.

E você? Já esteve em dúvida com relação à sua vida? Como se sentiu naquele instante? O que seu coração disse? Pense nisso. Até a próxima semana!

Rodolfo Nakamura

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Este é o primeiro post de 2010. Eu já enviei um email para os meus amigos com o conteúdo desta mensagem, mas, como nem sempre quem acessa este site são as pessoas que conheço (viva a Internet e suas conexões!!!), vou postar novamente aqui…

Um 2010 muito rico!


Desejo que você plante as melhores sementes para colher os melhores frutos

Eu estava fazendo uma retrospectiva do ano passado e vou dividir com você algumas conclusões.

Comecei 2009 solteiro, sem filhos, morando no Bosque da Saúde, sem livros, sem estudar e trabalhando em São Bernardo do Campo.

Bom, aí você já concluiu que, ano passado, tudo de bom aconteceu comigo. Minha vida mudou completamente.

  1. Casei-me. Estou muito feliz com minha parceira de vida, com quem desejo sempre e, efetivamente tenho conseguido, compartilhar os meus melhores momentos. É linda, de todas as formas que alguém pode ser maravilhosamente bonita. Chama-se Talita.
  2. Meu filho nasceu escorpiano, do dia 23 de outubro. Está com 7Kg, 65 cm e com muuuita saúde. É um anjo, chama-se Miguel.
  3. Mudei-me para um bairro que gostava, mas nunca imaginava mudar. Estou muito feliz em meu novo espaço, onde sinto-me acolhido. O bairro chama-se Santana.
  4. Lancei dois livros em agosto e mais um em dezembro. Chamam-se Moodle (sobre Ensino à distância), Sete Missões (sobre caminhadas) e Mídia (sobre propaganda).
  5. Resolvi fazer alguns cursos, um me formei, outro termino em fevereiro. Chamam-se Feng Shui Extensivo e Practitioner em Programação Neuro Linguistica (PNL).
  6. Após sair do ABC, dediquei-me ao meu projeto de 2007. Uma editora. É por onde lancei meus livros. Chama-se Farol do Forte editora (www.faroldoforte.com.br).
  7. Como parte das minhas SETE MISSÕES, concentro-me e desejo para você o que de mais valioso alguém pode desejar a alguém: que, em 2010, Deus continue abençoando a sua vida, recheando-a de FELICIDADE, SAÚDE, PAZ INTERIOR, HARMONIA COM O PRÓXIMO tudo o que pode ser resumido em uma só palavra. Chama-se Prosperidade.

Estou muito feliz hoje. E espero que você também tenha muitos momentos assim. Ter você como leitor deste blog é algo muito especial. Isso chama-se bênção.

Obrigado!

Rodolfo Nakamura

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Semana passada estive correndo para o nascimento de dois filhotes: o livro “Moodle”, um guia para utilização do famoso software de apoio ao Ensino à Distância, e o “7 Missões”, este, um guia para o desenvolvimento pessoal tendo como base o Caminho das Missões.

Ambos livros estão disponíveis no site da editora Farol do Forte. Na loja virtual, é possível, além de comprar a versão impressa com acabamento luxo (capa dura), fazer o download gratuito do texto na íntegra.

Capa Livro Sete Missões

O caminho para escrevê-los foi bastante distinto. O primeiro, foi fruto de pesquisas na época de criação de um grande evento de Educação e Tecnologia. Já o outro, tem uma relação muito grande com este blog e começou a ser escrito há quase 5 anos, quando fiz o Caminho das Missões pela primeira vez.

Espero, de fato, que eles contribuam, de alguma forma, para o crescimento pessoal dos leitores.

Um grande abraço!

Até a próxima semana!

Rodolfo Nakamura

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Ando meio sumido de todas as atividades relacionadas à internet, por conta das mudanças pessoais. A principal delas, é que, além de dividir a casa com uma mulher muito especial, também formalizamos esta união. Em palavras mais simples, nos casamos há algumas semanas.

É bastante claro que este fato trouxesse muitas mudanças em minha vida. No entanto, nem sendo muito otimista eu poderia supor que estaria tão feliz e tão realizado em minha vida.

A minha história com minha mulher começou em uma das peregrinações. Mais precisamente quando eu fazia o Caminho da Fé. Sentia-me desconfortável da vida, inclusive encontrando aborrecimentos na própria caminhada. Em um dos dias, conversando com o Pai, pedi uma namorada. Corrigi. Eu queria uma mulher com quem viesse a me casar. Descrevi-a com detalhes de caráter, atributos físicos e demais características. E assim fui atendido. Conforme eu a conheci, fui agradecendo a graça alcançada. Tinha cada vez mais certeza de que me fora concedida uma bênção.

No final do ano passado, enquanto planejava a caminhada do final de ano, sentia-me chateado com muita coisa em minha vida. Mais uma vez realizei minha conversa com o Pai. Pedi que resolvesse minhas situações particulares, alguns aborrecimentos que, inclusive, envolviam, de certa forma, meu relacionamento afetivo. Algumas semanas mais tarde, fui atendido, novamente.

Com relação a minha esposa, tudo o que tem sido solicitado, tenho sido atendido. Sexta-feira passada, enquanto viajávamos para Londrina, no Paraná, conversava com ela e surpreendi-me pela emoção ao descrever como me sentia feliz e realizado esses dias.

Agradeço a Deus por todas as graças a mim concedidas.

Torno público meu agradecimento. Pois, se algo que aprendi nestes anos todos é que a Gratitude – a atitude de estar grato – realiza milagres em nossas vidas.

Pense nisso. Até a próxima semana!

Rodolfo Nakamura

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