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felicidade | Via Peregrina

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Hoje tive uma conversa séria com alguém que gosto muito, mas que age de forma que, no mínimo, me deixa muito chateado. É uma forma de defesa, de atrair a atenção de outras pessoas e que – tenho uma certeza quase absoluta – não precisa de nada disso.

Fico pensando quantas vezes somos levados a agir de forma que não somos. Um pouco de dissimulação aqui, outro punhado lá e, de repente, vivemos uma vida que não é a nossa.

Isso pode ter duas consequências: ou nos acomodamos nesta situação, justamente porque é cômodo, porque obtemos alguma vantagem nesta situação, ou vivemos infelizes por não ser exatamente quem somos.

Observe que nada estou falando sobre ser quem você GOSTARIA de ser. Mas, certamente, você perceberá que falo sobre quem você DE FATO É.

Em uma caminhada de peregrinação, é muito comum a gente descobrir quem somos. Tem horas que a dificuldade de um é tão parecida com a de outro, que nada temos a esconder. Algum desconforto – ou mesmo dores -, cansaço, e tantas outras limitações ficam evidentes e, por ser algo comum a todos do grupo de peregrinos, deixa de ser importante. Portanto, deixamos de escondê-las.

Ao contrário, é muito comum as pessoas se solidarizarem, dividindo problemas e soluções. Nesta hora, da dificuldade, também baixamos um pouco a guarda e, na maioria das vezes, acabamos cedendo à receber ajuda.

“Caem as máscaras”, como costumo ouvir nas reuniões de peregrinos. Encontros, inclusive, que sempre é marcado pela espontaneidade, afetividade e honestidade. Todos estão felizes. Talvez – ou certamente? – pelo fato dos peregrinos poderem simplesmente ser quem são.

Como isso soa a você? O que sua voz interior está lhe dizendo? Já se viu em alguma situação parecida? Saiba que, para ser feliz, você não tem que TER felicidade. Basta ser. Até a próxima semana!

Rodolfo Nakamura

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Ontem foi o meu primeiro Dia dos Pais. Para começar bem o dia, fui junto com minha nova família até um templo para refletir sobre a data.  Como já é de conhecimento geral, é claro que a mensagem era exatamente a que eu – e todos os que lá estavam – tinham que ouvir naquele dia!

O palestrante do dia falou muito sobre a prosperidade. Principalmente focando na idéia de que nosso Criador – ou qualquer nome que você queira dar, seja Deus, Inteligência Superior, Universo – é, fundamentalmente, bondade e amor. “Ele quer que você seja próspero!” – quase bradou, como se quisesse acordar o “eu” de cada um dos ouvintes.

Viver na prosperidade, entre outros atributos, é sentir-se bem, feliz, em harmonia com seu ambiente – nos âmbitos familiar, profissional, pessoal. Como está na moda dizer, estar ecologicamente bem resolvido.

Impossível não pensar que, nas últimas semanas estou feliz todo o tempo. Não por um dia ou um momento. Mas sempre. Um estado de felicidade permanente. Por quê? Porque não estou aguardando ser feliz quando vir o meu filho pela primeira vez. Mas já estar curtindo o momento desde agora. Sendo feliz hoje, neste momento. Afinal, este é o único e verdadeiro momento em que podemos ser felizes – agora.

Pense nisso. Até a próxima semana!

Rodolfo Nakamura

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O título deste post é bastante óbvio. Afinal, nada mais comum do que a gente ouvir ou sentir que é importante dar valor ao que temos. Na verdade, o assunto aqui é um pouco diferente. A idéia é falar justamente sobre as coisas que se é ou que se tem.

Sinceramente, eu nunca tive medo de perder alguma coisa. Talvez porque antes eu tivesse tudo o que quisesse, mas não fosse suficientemente feliz ou, antes, a felicidade não viesse associada às conquistas.

Estou tocando no assunto felicidade, porque é justamente algo que conquistei recentemente. Uma situação nova em minha vida – que na verdade resultaram em mudanças, mudanças e mudanças – revelou um “eu” que estava adormecido, perdido no implacável avanço do tempo e do crescimento.

Conforme a vida vai passando, vamos criando nossas defesas, buscando sobreviver ao ambiente e pessoas que nos cercam. Vamos moldando nosso comportamento criando um personagem que está se adequando a estas situações.

Quando confiamos na benevolência e na abundância do Universo, colocando nossa fé a serviço de nossos objetivos, nossas escolhas podem nos levar a um momento muito compensador. Pois, na dificuldade, tudo o que eu consegui fazer foi justamente pedir, com muita disposição e confiança, o que eu precisava para minha vida.

Dia desses, olhando para os novos móveis da minha nova casa, tive a clara percepção de que tudo ali era familiar, e já estava pronto antes mesmo de eu estar lá. Nitidamente eu estava lá muito antes de tudo acontecer.

Nada relacionado à premonição, vidência ou coisas do tipo. Na verdade, a sensação de estar no lugar certo e na hora exata daquele momento, mas estar mesmo, pleno de si, trouxe-me a energia de perceber o momento presente. Então, vi que, cada um dos momentos que tenho passado nesta realidade – que é minha nova casa – me traz a paz de espírito que só no momento presente somos capazes de vivenciar.

Em outras palavras, tenho vivido intensamente. Tenho estado muito emocionado quando avalio este estado de espírito. Mas, como não se emocionar percebendo que a felicidade tão esperada e tão sonhada tem sido constante neste movimento?

Não inveje. Busque o seu momento. Esteja aqui. Esteja agora. Seja neste momento, onde você está. Sinta o que lhe rodeia, respire fundo. Ouça cada barulho, e saiba que, agradável ou não, são suas escolhas que o conduziram até aqui, neste momento. Portanto, ouça. Só pode ser agradável, porque é sua escolha, o mundo que você desejou estar neste momento. Olhe em volta. Procure a beleza onde nunca tinha percebido antes.

Adquira a coragem que precisa, agora, neste instante. Inspire. A partir deste instante, suas escolhas o levarão para onde você quer ir. Comece já. Olhe. Respire. Ouça seu coração bater mais forte. Pense nisso, até a próxima semana.

Rodolfo Nakamura

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