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comportamento | Via Peregrina

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Nesta semana, passei uma atividade em sala de aula, como um exercício, que vou compartilhar com vocês. A idéia é detectar sinais de que a vida está no curso certo. Sugiro a você que repita a mesma experiência deles.

Pedi aos alunos que indicassem um grande objetivo na vida deles. Em seguida, que apontassem, ao menos três aspectos positivos – simbolizados por sinais da vida que lhe indicassem que estão no caminho certo – e ao menos três outros (negativos) que indicassem que estão precisando de novas alternativas.

Veja que nesta pequena pausa, os alunos tiveram a oportunidade de pensar em suas próprias vidas. Algo que, na correria dos dias atuais, está se tornando cada vez mais difícil de ser feito. “Porque, por qual causa, estou lutando pessoalmente?” – é a pergunta a ser respondida.

Abraham Maslow, em seu difundido artigo sobre a Teoria da Motivação Humana, fala de cinco níveis de necessidades humanas: fisiológicas, de segurança, afeto e relacionamento social, reconhecimento e realização pessoal. Sua definição para este último item é simples e direto: quando estamos fazendo o que acreditamos que é o que sabemos e queremos fazer -nossa missão -, é que há o sentido de realização.

Alguns alunos não conseguiram listar 3 aspectos positivos ou 3 negativos. Outros, conseguiram muito de um aspecto e pouco de outro e assim por diante. A análise desta quantidade – que era uma meta e não uma obrigatoriedade – é a medida de quão próximos estamos da nossa felicidade. Afinal, quer definição melhor para este sentimento do que a realização pessoal?

O que houve com a sua lista? Equilíbrio? Bom. Quer dizer que está caminhando pelo curso natural da vida. Há mais sinais de caminho certo? Ótimo. Quer dizer que está caminhando para sua realização. Agradeça. Tenha uma atitude de gratidão. Mais sinais positivos surgirão.

Por outro lado, existem mais sinais “negativos”? Então, vamos ver novos caminhos a serem tomados. Observe que, na realidade, não existe caminho errado, ruim, ou nada que lhe possa levar para baixo. Esqueça isso. Há caminhos diferentes que nos levam a outros objetivos – que não necessariamente são os nossos. São oportunidades de crescimento que se abrem diante de nós.

Analise que, durante esses passos que estão momentaneamente nos distanciando do objetivo, há uma série de novos conhecimentos e experiências a enriquecer nossa vida. Nem que sejam exatamente para nos dizer que o caminho da felicidade é outro.

Caso seja esse o diagnóstico, novas alternativas devem ser consideradas. Talvez falte prestar atenção nos sinais. Talvez um deles, que ignoramos, nos desviou de nosso alvo. Talvez estejam todos lá e sequer nos damos conta. Sempre há alternativas. O Universo é abundante de oportunidades e, sempre,
Ele está nos sinalizando que há uma nova possibilidade para retornarmos à nossa rota.

Valorize o caminho percorrido. É uma experiência sua e que, pode ser, seja uma bagagem necessária para quando estiver no rumo certo. Acredite na abundância e na prosperidade do Mundo.

Observe também sua comunicação. Você está tendo o retorno desejado? A vida lhe responde como deseja? Não? Então vamos analisar o que e, principalmente, como estamos pedindo. E esteja atento ao seu pedido: ele poderá ser atendido!

Comunique-se corretamente com o Divino. Ele responderá. Pense nisso. Sinta a energia que lhe enche de entusiasmo. Veja os sinais do caminho. Ouça sua voz interior. Até a próxima semana!

Rodolfo Nakamura

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Uma troca de emails sobre minha outra face da minha vida – a atividade acadêmica, onde atuo como professor – e veio a inspiração para este texto. A questão era sobre uma eventual injustiça, ou, pelo menos, sobre um tratamento diferenciado (prejudicial, na visão do estudante) na avaliação da prova. O aluno, como a maioria de nós, procurava isentar-se de sua responsabilidade, atribuindo a mim um rigor exagerado na correção de seu teste.

Quando lhe perguntam qual é o sabor de uma maçã, não adianta descrever como é um abacaxi, qual sua textura, sabor, etc etc etc. Você tem que falar algo sobre maçãs.

Sobre abacaxis, você pode fazer um tratado sobre o pomar, estações do ano, como são distribuídos e até mesmo vendidos na feira, preparados e consumidos em casa. Será inútil.

E na sua vida, você tem visto maçãs como abacaxis? Suas respostas atendem o que a vida lhe pergunta?

Muitas vezes vemos o problema de nossas vidas no retorno que os outros nos trazem. Tudo o que queremos para nós provavelmente está sob nosso controle e ainda não temos consciência disso tudo.

Outro dia, pensava sobre uma oportunidade que perdi por causa de um atraso. “Não fosse aquele farol vermelho, aquele carro que não avançou o sinal e me prendeu por 5 minutos no cruzamento congestionado… eu não perderia o prazo por apenas 2 minutinhos”.

Na verdade, resignei-me. Não resmunguei. Lamentei. É fato. Mas somente pelo motivo de que aqueles dois minutinhos foram frutos de vários atrasos durante o dia. Foram decisões de privilegiar um momento em detrimento de outro. Atrasei-me. Mas não foi o fato isolado do carro da frente, no semáforo fechado. Foi cada um dos momentos desde a hora em que acordei, até chegar naquele instante.

De certa forma, se ganhamos ou perdemos, foi porque assim decidimos.

Você já se sentiu em uma das duas situações acima? O que sua voz interior lhe diz? Pense nisso. Até o próximo post!

Rodolfo Nakamura

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Outro dia estava conversando com alguns alunos da faculdade. Certa hora, veio o comentário sobre um colega de profissão – outro professor – que me fez pensar. Engraçado como é julgamento das pessoas.

Trata-se de uma daquelas pessoas que, diriam em outros círculos, é iluminada. A forma de ver a vida é sempre otimista e sempre há uma mensagem positiva no ar. O sorriso é fácil, e todos os problemas da humanidade são facilmente solucionáveis.

Até aí, nada demais, não é? Mas aí veio o comentário: “tal pessoa não é meio ´doidinha´? É uma pessoa legal, mas parece que está em outro mundo!”. ISSO me fez pensar. Quer dizer que, por ser otimista, por encarar a vida de um outro ponto de vista, positivo, sempre, ela está out?

Engraçado. Eu pensei que o normal fosse assim. Mas a vida tem apresentado tantas dificuldades à pessoas, que, parece, o natural é ser negativo, hoje em dia. Uma pena.

Pense nisso. Como você se sente a respeito? Consegue ver uma outra solução? Seu coração lhe diz algo diferente? Até a próxima semana!

Rodolfo Nakamura

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Hoje, recebendo os ensinamentos de Mestre I Ming, de quem, atualmente, sou discípulo de Feng Shui, fiz uma pequena reflexão sobre a Boa Sorte.

Estamos aprendendo como analisar os ambientes, procurando a harmonia, a partir dos ensinamentos milenares desta verdadeira arte chinesa, uma cultura imensa a ser descoberta por nós, ocidentais.

No entanto, ele nos comentou que, para que a consultoria realmente dar certo, toda a técnica que aprendemos representaria cerca de 20% de tudo o que podemos fazer, como consultores. Ele traçou isso de forma bastante simbólica e simplista, uma vez que, divididos em cinco itens, que eu chamaria de “fatores críticos de sucesso” (termo emprestado da Administração de Empresas), o Feng Shui seria apenas um dos itens. Os demais são:

  • Pré-destino: definidos a partir da data, hora e local de nascimento. Há uma série de fatores relacionados ao estudo astrológico (tanto chinês quanto ocidental) que influenciam nossa vida. É nosso pré-destino, que, conhecido, pode ser vivenciado ou adaptado à nossas escolhas. A partir do pré-destino, fazemos nossos estudos de Feng Shui, procurando a “cura”, ou harmonização com essas tendências de nossa vida.
  • Imponderável: esse é o nome que eu estou emprestando de outras técnicas. Trata-se, basicamente, de fatores que não temos controle, como decisões no âmbito macro (política e economia do país, por exemplo) ou mesmo das intempéries e eventos naturais.
  • Causa e Efeito: ao tratar o ambiente, temos também que ter consciência de que os efeitos que temos em nossa vida muitas vezes são frutos de nossas escolhas e, principalmente, de nossas ações. É preciso estar atento a uma atitude coerente com a harmonização que desejamos em nossa vida. Vibrar em alta, buscando sintonia com os mais elevados sentimentos que regem nossa vida.
  • Esforço pessoal: trata-se de toda série de estudos, trabalhos e atividades que cada um realiza para atingir seus objetivos.

Para o texto de hoje, eu gostaria de chegar nesse ponto e refletir. De nada adianta ler, ter boas intenções, sintonizar-se com o alto astral. Deve-se EMPENHAR-SE, agir com esforço pessoal para atingir seus objetivos. Esse é o principal ensinamento que ficou para mim, hoje.

Na caminhada, além de bons equipamentos, informações, preparação física e mental, é preciso dedicação, esforço e empenho. Munidos destes elementos, seguimos tranquilamente para onde desejamos chegar.

Pense nisso, leia, escute seu eu interior. Sinta a mudança em sua vida! Até a próxima semana!

Rodolfo Nakamura

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Outro dia, analisava a palavra “perdoar” e também como as palavras trazem, em si, significados importantes na nossa vida. Sexta-feira passada, em um grupo de treinamento em programação neuro-linguística, eu me lembrei da palavra gratitude que me chamou a atenção em um filme.

A palavra, assim grafada, está em inglês. Literalmente traduzido, significa “gratidão”. No entanto, para mim, tem um sentido especial grafá-la em inglês e estudar a idéia que ela pode traduzir quando lido em português.

Gratidão + Atitude

Foi a idéia que me veio à mente. A atitude de ter gratidão, de ser grato. Analisando nossas vidas, com o olhar e atenção voltados ao que temos a agradecer, vamos começar a ver quantas oportunidades temos, no dia a dia, em agradecer. São pequenas bênçãos que nos passam em branco, que não aproveitamos para reconhecer a bondade do Universo em nossas vidas.

Um quase acidente. Um sorriso gratuito. Um aceno de criança no banco de trás do carro à frente, que mudou nosso dia cinzento. Ter chegado atrasado a um evento e perceber que pouco se perdeu, mas muito se ganhou de uma forma ou de outra. Enfim. Você tem condições, a todo momento, de reconhecer esses pequenos momentos em que caberiam uma atitude grata.

Mas, lembre-se, você tem que doar, gratuitamente (gratidão), esse sentimento. Tem que vir diretamente do seu coração. Tem que ir além das palavras “eu sou grato por…”. Tem que vir do seu sentimento.

Saiba que, quanto mais agradecer, mais terá a agradecer em sua vida. O mundo precisa dessa renovação, desta ação que deixa tudo novo, de novo. Contamos com sua GRATITUDE.

Pense nisso. Até a próxima semana!

Rodolfo Nakamura

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Em uma cidade como São Paulo, muitas vezes fica difícil pensar em desvencilhar de objetos, principalmente grandes, como móveis, sem que isso cause algum transtorno. Acaba sendo comum ver pelas ruas sofás, estantes e pedaços de madeira sendo jogados em terrenos baldios, praças públicas ou muros em ruas de pouco movimento.

Pois eu estava justamente com um problema desses, quando fiquei sabendo de uma tal “Operação Cata-Bagulho”, do qual nunca havia aproveitado. Sábado de feriado, logo cedo pulei da cama, para arrumar tudo. A previsão era passar às 9h30.

A rua estava tranquila, pouco movimento. Exceção à minha casa e a da minha vizinha, duas casas acima, que mais parecia estar fazendo uma mudança. E, de certa forma, estava mesmo.

Contagiado por esse espírito renovador, três vizinhos da frente também tiraram móveis velhos, eletrodomésticos sem valor e colocaram tudo nas calçadas. Um senhor, que trabalha com sucata – verdadeiro agente ambiental, ainda mais considerando nossa vida moderna – gentilmente pediu a todos uma permissão para aproveitar o que pudesse, o que foi concedido, sem dúvida.

Quando o caminhão chegou, os funcionários da prefeitura espantaram-se e até mesmo esboçaram uma reação inesperada – ficaram quase irritados, dizendo “Que é que isso? Só o que tem aqui dá um caminhão cheio!”.

Após terem ido embora, a sensação na rua era curiosa. Parecia que tudo havia ficado mais leve. Entrei dentro de casa, e o clima de renovação estava no ar. Senti-me muito feliz. Racionalmente, pela tarefa cumprida, pois já era um projeto quase antigo, limpar o depósito da casa e jogar fora o que não mais fazia sentido guardar. Mas, o sentimento de ar renovado persistiu, mesmo contemplando o chão da casa cheio de poeira, pela movimentação dos móveis velhos.

Pensei no sucateiro – que, assim como os funcionários da prefeitura e lixeiros, são agentes de saúde e do meio ambiente (pense a respeito, e verá como lhes devemos muito, mesmo em suas profissões sem muito valor em nossa sociedade) – e no benefício que ele teve hoje. O que não servia mais para nós, certamente terá uso para ele, que poderá, assim, desenvolver o negócio dele e sustentar a família que depende deste trabalho.

Terminei o dia esvaziando uma lata de tinta velha, aproveitando para pintar uma parede suja do quintal. Parede renovada, tinta utilizada, lata descartada. Tudo como deve fluir.

Ainda não sei o resultado de tudo isso. Mas, meu sentimento, minha intuição, é de que minha vida vai fluir melhor. A energia que estava parada e estancada em casa, já foi embora. O sentimento de renovação já está no ar.

Pense nisso. Até a próxima semana!

Rodolfo Nakamura

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Estes dias atrás eu conversava com alguns alunos e um deles reclamou: “ninguém me ouve na empresa, professor!”. Ele se referia à participação em reuniões, em que eram todos motivados a falar. No entanto, ele tinha uma incrível dificuldade em dar sua contribuição.

Então, eu lhe comentei sobre minha própria experiência. Afinal, eu também tinha passado por situações semelhantes, em que ficava tentando falar em reuniões, mas a todo instante que eu tentava dizer algo, outra pessoa me passava à frente, mesmo que meu dedo estivesse apontado para cima, solicitando a vez de falar.

Pois bem. Um dia, muito enfurecido, começou uma reunião. Eu estava visivelmente incomodado. Afinal, para que eu iria participar, se ninguém ia me ouvir mesmo?

Na reunião, minha postura foi ficar quieto. Apenas observando. Anotava falas importantes, prestava atenção a todas as contribuições interessantes e a todas as bobagens que saiam das mentes ávidas por aparecer.

Curiosamente, naquele dia, quase no final da reunião, um dos líderes parou um instante e me perguntou qual era a minha opinião. Meio sem jeito, pois foi inesperado, disse poucas palavras, tocando direto ao ponto em que eu acreditava ser importante. Na opinião deles, fui objetivo e claro.

Continuei desta maneira em outras reuniões. Agora, muito tempo depois, quando eu tenho a iniciativa de falar, tenho voz ativa.

Só posso imaginar que isso deve-se ao fato de que aprendi a ouvir.

Vejo isso com relação a outras pessoas. Quando estou falando, aceito todas as interrupções. Mas, oh, se faço um comentário, elas perdem o raciocínio e reclamam de mim. Ou, em outra situação, mantenho-me quieto, prestando atenção, sem dizer uma só palavra a não ser um “ahn-han” ou algo semelhante, que concorde ou demonstre atenção. Então, neste caso, sou bom ouvinte e todos gostam de mim.

Quer saber de uma coisa? Muita gente diz que é ótimo conversar comigo, mesmo sem perceber que foi um monólogo – somente eles “conversaram”.

O mundo todo quer falar. Se você for a pessoa que vai escutar, pode ser que ganhe muito mais do que imagina. Pense nisso. Até a próxima semana!

Rodolfo Nakamura

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