Quando a gente sai para uma jornada, seja ela qual for, uma nova visão de vida, um projeto profissional ou mesmo uma caminhada de peregrinação, temos o hábito de pensar em levar tudo o que achamos necessário para o sucesso da empreitada.

Antes de colocar tudo nessa mochila – a nossa “cabeça”, nossa mente,  que recheamos com emoções, sentimentos e pensamentos – é preciso parar e refletir.

Podemos classificar quase tudo o que é “necessário” em três categorias: SUPÉRFLUO  (pode ser descartado, sem prejuízo algum), IMPORTANTE (pode ser interessante em alguma situação) e ESSENCIAL  (sem eles, simplesmente NÃO há como seguir).

Na maioria das vezes, temos a sensação de estarmos vivendo somente no supérfluo ou até o importante, deixando de realizar tarefas ou de colecionar experiências ou objetos essenciais para nosso crescimento. Temos a sensação de perda, o que traz outros problemas para nossa saúde física e mental.

A pergunta, sempre é: “por que tenho que levar isso na minha mochila? É, realmente, essencial?”. Se o sentimento lhe responder “sim”, vá em frente. Se houver uma dúvida, no mínimo, classifique-o como importante ou supérfluo.

Escolha o seu dia e suas experiências. Veja, em sua vida, tudo o que, de fato é essencial para você. Assim, certamente, ela ficará mais leve. Agradeça, sempre. É uma forma de deixar para trása o peso que a consciência teima em deixar na nossa vida. Pense nisso. Sinta como está cheio de idéias a respeito de sua nova vida – a que começa agora, neste exato momento. Ouça sua voz interior! Até a próxima semana!

Rodolfo Nakamura

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