Você tem a vida que deseja? Ou será que tem a vida que pediu? Pois saiba que a sua vida hoje é fruto de suas escolhas, inclusive uma em especial – NÃO escolher coisa alguma.

É claro que, na visão de um pesquisador em comunicação, todos os problemas estão relacionados a esse tema. Mas, veja por esse lado – sua vida hoje pode ser o reflexo das comunicações que você teve consigo mesmo ou com o Divino.

Olhando por esse lado, duas visões aparecem de pronto:

  • É necessário tomar as rédeas da sua vida. É necessário um projeto, com objetivos claros e delineados. Compartilhe isso consigo mesmo, com o Divino e também com as pessoas que estarão com você nesta jornada. Sim. A meta tem que ser ecológica, tem que estar relacionada com as pessoas com quem você compartilha sua vida.
  • É preciso melhorar sua comunicação. Observe o que, como e porque você está pedindo algo. Se for justo, será atendido, tenha certeza.

Observe que, nem sempre, o presente é exatamente como gostaríamos que fosse. Mas perceba que, invariavelmente, é o melhor que poderíamos ter. Muitas experiências nos parecem estranhas ou desagradáveis em um primeiro momento e, algum tempo depois, percebemos que foi construtivo, enriquecedor e nos fortaleceu e nos preparou para novos desafios.

O melhor que poderíamos ter é o presente. Então, antes de terminar de ler este post, agradeça. Mas faça de coração. Faça da gratidão sua atitude na vida. Verá que as respostas começarão a melhorar.

Pense nisso. Sinta o que a vida lhe traz de bom. Concentre-se nas coisas boas. Agradeça. Ouça sua felicidade interior que está querendo esbravejar novos rumos na sua vida. Até a próxima semana.

Rodolfo Nakamura

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Dando sequência ao assunto começado no post anterior, vamos continuar nossos estudos sobre comunicação.

A mesma dinâmica foi aplicada em outra palestra. Foi muito interessante. Quando, ao final, perguntei sobre “a vida lhe responde como você deseja? “, o impacto causou um silêncio. Então, complementei: “que respostas você tem em casa? e no seu trabalho?”. O silêncio gritou aos ouvidos, à pele. Pude sentir a emoção no ar, o que me fez refletir, mais tarde.

Estava perguntando sobre como é a comunicação em casa, e no trabalho. Justamente onde e com quem passamos 1/3 de nossas vidas, em média – com a família e colegas de profissão. Onde os problemas de relacionamento aparecem com mais frequência.

Mas, além da questão do retorno (ou feedback), discutidos rapidamente no post anterior, temos também a questão das interferências, ou, na teoria da comunicação, os ruídos.

Na maioria das vezes, estamos acostumados a nos comunicar com o mundo à nossa volta, incluindo conversas interiores e com o Divino, preocupados com a mensagem em si. Ficam excluídos de nossa preocupação o destinatário e, o mais frequente ainda, as interferências.

Quando nos comunicamos, nem sempre estamos atentos aos ruídos que atrapalham o processo. Podem ser de ordem física, cultural e psicológica. Os primeiros estão relacionados a barreiras de ordem material ou física, como o próprio nome sugere. No caso de conversas com o Divino ou consigo mesmo, esta dificuldade, obviamente não faz sentido – são realizadas, principalmente, pelo pensamento.

As barreiras culturais podem, sim, exercer influência em nossos pedidos. Na maioria das vezes, realizamos nossos pedidos e mentalizações a partir de verbalizações. É por isso que muitas vezes nos solicitam para que a gente visualize o futuro desejado – e não apenas verbalizamos. A linguagem visual, auditiva e cinestésica é muito mais rica do que a textual.

Vamos, então, analisar o momento em que os pedidos e preces são realizados.

  • Procure um lugar calmo e silecioso: evite, assim, a desconcentração por ruídos físicos. A luz mais calma, ou meia luz, pode ser uma boa idéia para dar ainda mais tranquilidade.
  • Procure limpar sua mente de preocupações do dia a dia. Faça isso mantendo uma posição confortável e contando cada movimento de respiração até quatro, reiniciando novamente… 1, 2, 3, 4, 1, 2, 3, 4…
  • Visualize seu pedido com riqueza de detalhes. Na medida do possível, narre para si mesmo a experiência de ter conquistado o seu pedido, indicando sons, cores, objetos, pessoas, sensações.

Principalmente, acredite. Ele, o Divino, acatará todos os pedidos que forem ecológicos e que lhe são justos. Mas, lembre-se: o tempo de realizá-los é sempre o correto. Nem sempre é o tempo que desejamos, mas, sempre, no tempo que nos é mais favorável.

Pense nisso. Respire. Sinta a energia entrando pelos poros de sua pele, além da respiração. Você já está caminhando na direção de seu sucesso. Até a próxima semana!

Rodolfo Nakamura

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Nesta semana, passei uma atividade em sala de aula, como um exercício, que vou compartilhar com vocês. A idéia é detectar sinais de que a vida está no curso certo. Sugiro a você que repita a mesma experiência deles.

Pedi aos alunos que indicassem um grande objetivo na vida deles. Em seguida, que apontassem, ao menos três aspectos positivos – simbolizados por sinais da vida que lhe indicassem que estão no caminho certo – e ao menos três outros (negativos) que indicassem que estão precisando de novas alternativas.

Veja que nesta pequena pausa, os alunos tiveram a oportunidade de pensar em suas próprias vidas. Algo que, na correria dos dias atuais, está se tornando cada vez mais difícil de ser feito. “Porque, por qual causa, estou lutando pessoalmente?” – é a pergunta a ser respondida.

Abraham Maslow, em seu difundido artigo sobre a Teoria da Motivação Humana, fala de cinco níveis de necessidades humanas: fisiológicas, de segurança, afeto e relacionamento social, reconhecimento e realização pessoal. Sua definição para este último item é simples e direto: quando estamos fazendo o que acreditamos que é o que sabemos e queremos fazer -nossa missão -, é que há o sentido de realização.

Alguns alunos não conseguiram listar 3 aspectos positivos ou 3 negativos. Outros, conseguiram muito de um aspecto e pouco de outro e assim por diante. A análise desta quantidade – que era uma meta e não uma obrigatoriedade – é a medida de quão próximos estamos da nossa felicidade. Afinal, quer definição melhor para este sentimento do que a realização pessoal?

O que houve com a sua lista? Equilíbrio? Bom. Quer dizer que está caminhando pelo curso natural da vida. Há mais sinais de caminho certo? Ótimo. Quer dizer que está caminhando para sua realização. Agradeça. Tenha uma atitude de gratidão. Mais sinais positivos surgirão.

Por outro lado, existem mais sinais “negativos”? Então, vamos ver novos caminhos a serem tomados. Observe que, na realidade, não existe caminho errado, ruim, ou nada que lhe possa levar para baixo. Esqueça isso. Há caminhos diferentes que nos levam a outros objetivos – que não necessariamente são os nossos. São oportunidades de crescimento que se abrem diante de nós.

Analise que, durante esses passos que estão momentaneamente nos distanciando do objetivo, há uma série de novos conhecimentos e experiências a enriquecer nossa vida. Nem que sejam exatamente para nos dizer que o caminho da felicidade é outro.

Caso seja esse o diagnóstico, novas alternativas devem ser consideradas. Talvez falte prestar atenção nos sinais. Talvez um deles, que ignoramos, nos desviou de nosso alvo. Talvez estejam todos lá e sequer nos damos conta. Sempre há alternativas. O Universo é abundante de oportunidades e, sempre,
Ele está nos sinalizando que há uma nova possibilidade para retornarmos à nossa rota.

Valorize o caminho percorrido. É uma experiência sua e que, pode ser, seja uma bagagem necessária para quando estiver no rumo certo. Acredite na abundância e na prosperidade do Mundo.

Observe também sua comunicação. Você está tendo o retorno desejado? A vida lhe responde como deseja? Não? Então vamos analisar o que e, principalmente, como estamos pedindo. E esteja atento ao seu pedido: ele poderá ser atendido!

Comunique-se corretamente com o Divino. Ele responderá. Pense nisso. Sinta a energia que lhe enche de entusiasmo. Veja os sinais do caminho. Ouça sua voz interior. Até a próxima semana!

Rodolfo Nakamura

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Esta semana compartilho com vocês a alegria de receber de volta meus amigos Cesar e Vicky, meu irmão Nelson e d. Meire, minha mãe e companheira de outras caminhadas. Eles estiveram no Caminho da Luz, percorrendo seus 190 km, enquanto eu curtia o meu filho por aqui.

Não bastasse matar a saudade, também vi as fotos e ouvi as novidades dos caminhantes. Havia uma preocupação com a D. Meire, porque, em dezembro, sentira forte dores nas costas. Inclusive persistiram até o começo de fevereiro. Mas, viagem planejada, lá foram eles.

Dona Meire não só andou pelo Caminho da Luz de maneira corajosa e brilhante. Seu jeito peculiar – devagar e sempre – é ingrediente certo para a conclusão do objetivo, chegar. Ao longo da semana, fui entrando em contato e recebendo boas notícias.

CHEGAR AO TOPO – Pois, ao final deste caminho, em Alto Caparaó, extremo leste de Minas Gerais, já na divisa com os estados de Espirito Santo e Rio de Janeiro, há a proposta de subir o Pico da Bandeira, 2892 metros de altitude. Já foi considerado o ponto mais alto do Brasil, até que novas medições indicaram o Pico da Neblina e Pico 31 de março como os mais altos, atualmente.

Mas, o que importa mesmo é que ela, D. Meire, encarou o desafio e foi ainda mais longe com meus amigos. Resolveram pernoitar no “terreirão”, uma platô à meio caminho de tronqueira (até onde os jipes entram no Parque Nacional do Caparaó) até o pico. De madrugada, subiram até o cume da montanha e avistaram o nascer do sol.

Certamente qualquer filho teria orgulho de sua mãe, em uma situação dessas. Ainda mais por ser uma forma muito especial de comemorar 76 anos de idade, completados no último dia 03.

Como digo na última página do livro Sete Missões, “Acredite. Você pode mais do que imagina”.

Pense nisso. Já visualizou conquistando algum objetivo que parecia improvável? Como sentiu-se em relação a isso? Até a próxima semana!

Rodolfo Nakamura

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Os carnavais têm marcado minha “carreira” peregrina. Afinal, a primeira peregrinação a pé foi em 2004 justamente nesta época. O que houve de especial foi o fato de Dona Meire, minha mãe, realizá-lo para comemorar 70 anos, justamente neste evento.

Um ano depois, eu estava neste período pedalando pela Estrada Real. No ano seguinte, caminhando, pela primeira vez com Nelson, meu irmão, pelo Caminho da Luz. No ano seguinte, resolvi passar o ano novo – e não o carnaval – caminhando novamente com Dona Meire, pelo Caminho da Fé. Ano seguinte, pelo Caminho da Paz, na Bahia e finalmente ano passado, no Caminho dos Anjos.

Ano passado, no Caminho dos Anjos, viajei com uma dúvida. Talvez a Talita estivesse grávida. Confesso que o momento, racionalmente, não era o melhor para que isso acontecesse. Por isso, havia um pouco de preocupação com a nova situação.

No primeiro dia, como não poderia deixar de ser, eu caminhava pensativo. Como seria a minha vida, caso a gravidez fosse confirmada? Quais seriam as mudanças? O que deveria fazer daquele momento em diante?

Então, senti que meu anjo de guarda veio conversar comigo.

- Rodolfo, se você quiser, de fato, que isto não aconteça, peça com fé e o bebê não nascerá. Naturalmente será abortado.

Você deve estar pensando que esse não é propriamente uma conversa que um anjo da guarda deveria ter com seu protegido.

- Não… eu não consigo pedir isso. Isto está fora de questão – ponderei. E o anjo calou-se.

Mais algumas horas de caminhada. Naqueles momentos em que a meditação ocorre naturalmente, imposto pelo ritmo da caminhada, novamente ele voltou à tona.

- Rodolfo, para resolver esses problemas todos, continuar tudo como está, basta pedir com fé e Ele resolverá tudo para você.

- Eu não consigo pedir isso. Eu não quero pedir isso. – respondi novamente, depois de um breve período de meditação.

Outra vez, desviei a atenção para o caminho, para a paisagem e o pensamento logo viajou para outras questões. No entanto, o que parecia ser um problema na minha vida, visitava toda hora meus pensamentos. Então, novamente o anjo voltou a conversar comigo.

- Rodolfo, você se lembra da igreja da Imaculada Conceição, em Baependi (cidade onde começa o Caminho dos Anjos)? E a história de Nhá Chica?

- Lembro-me, sim. Ela era uma pessoa muito simples e humilde e que ajudava as pessoas a alcançarem graças por meio de suas preces.

- Pois é. O que ela respondai quando perguntavam a ela como conseguia os milagres?

- Dizia: “Isto acontece porque peço com fé” – respondi.

- Pois então, meu amigo. Você está no Caminho dos Anjos. Peça com fé e o bebê naturalmente deixará o útero de sua mulher. Ela sentirá uma forte cólica e, pouco tempo depois, tudo estará resolvido.

- Anjo querido, eu NÃO posso pedir isso. Se for uma vontade do Pai, eu aceitarei. Mas EU pedir isso? Não. Eu não posso, eu não devo, eu não quero pedir. Isto está fora de questão – respondi, com vontade definitiva.

- Então, meu querido, a partir de agora, pare de pensar que tudo isso é um problema atrás de outro. PASSE A AGRADECER. – disse-me meu Anjo de Guarda, com toda a felicidade que pude sentir.

Imediatamente tudo mudou de cores. A cada momento que eu lembrava de como Deus tem sido generoso comigo, agradecia. Certamente, se estava acontecendo na minha vida, deveria ser uma bênção e não motivo de preocupação.

Hoje, um ano depois, agradeço a Deus por todas as graças a mim concedidas. Miguel Nakamura é um anjo. Uma bênção que me faz feliz a todo momento. Basta pensar nele, lembrar-me de seu sorriso.

E você? Já esteve em dúvida com relação à sua vida? Como se sentiu naquele instante? O que seu coração disse? Pense nisso. Até a próxima semana!

Rodolfo Nakamura

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Esta semana estou voltando à escrever no Blog. Voltei de merecidas férias passadas no interior da Bahia e com as energias renovadas. Na verdade, fiquei quase duas semanas para a cabeça voltar para cá! E somente hoje volto à postar nos meus blogs.

O título refere-se ao Caminho da Luz que minha mãe, Dona Meire, meu irmão e dois amigos – Vicky e Cesar – estão fazendo neste exato momento. Eles saíram de São Paulo na manhã de sábado, em um vôo da Azul, de Campinas a Vitória. Apenas R$ 79,00!!! Lá, encontraram-se com as amigas peregrinas Marta, Maria Eugênia, Nádia e Sandra – que caminharam conosco há exatamente um ano pelo Caminho dos Anjos e que fizeram o da Luz no final do ano passado – e reavivaram a amizade. Esta é a melhor parte das caminhadas. As amizades são sinceras e duradouras.

Depois seguiram de ônibus para Carangola, e de lá até Tombos, onde começaram a peregrinar ontem, dia 07. Dona Meire, para quem não sabe, tem 76 anos completos e esta já é a sexta caminhada que faz. A primeira, para comemorar 70 anos (Caminho do Sol, 2004).

Estou caminhando à distância, pois toda hora dá vontade de ligar, passar mais algumas dicas, saber como está o caminho. Ontem, foi tudo bem, pegaram um pouquinho de chuva e chegaram quase à noite em Catuné. Ai, que saudades!

E você? Já está pensando em fazer a sua peregrinação? Como se sente em relação a isso? Pense nisso. Até a próxima semana.

Rodolfo Nakamura

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Outro dia em conversava com minha mulher quando, subitamente, a conversa virou um exercício filosófico que vou compartilhar com você, agora.

Estávamos conversando sobre a criminalidade e, então, comecei a pensar sobre a ética e sua aplicação em nossa vida. Afinal, tenho ouvido há tempos reclamações sobre a crise ética em nosso país e no mundo, como as relações estão perdendo este importante componente.

Falando sobre crime, um roubo ou furto, é relativamente simples compreender a falta de ética. Alguém trabalhou, PRESTOU um serviço a outra pessoa, dispondo de seu tempo e, em troca, foi remunerado.

Com esta remuneração, adquiriu algum bem ou portava algum dinheiro, quando um ladrão o assaltou. É certo que, de certa forma, o fascínora tem sua dose de trabalho – vencer o medo, observar, planejar ou não a abordagem. Mas, convenhamos, o assaltante NÃO PRESTA SERVIÇO ALGUM a ninguem. Naquele momento, pensa somente em satisfazer sua própria necessidade, mesmo que isto custe a transferência de sua dificuldade em sobreviver a outrem.

Um trabalhador ou operário, ao escolher exercer sua atividade profissional, qualquer que seja, também decidiu que seu trabalho prestará um serviço a outra pessoa. Mesmo que trabalhe operando um equipamento em uma indústria, o produto manufaturado, fruto de seu trabalho e operação terá a função de prestar um serviço a algum consumidor. Um automóvel faz a viagem ficar mais rápida e, se possível segura, confortável e até conferir status. Um sabonete facilitará a limpeza e a desinfecção, melhorando a saúde de quem o utiliza e assim por diante.

O trabalho, como diz o ditado, enobrece e dignifica o Homem, porque é sua função neste plano: colaborar para o desenvolvimento do Universo, a partir de sua ajuda ao próximo – neste caso, refiro-me à sua atividade produtiva, não excluindo a solidariedade, mas falando da ética da produção.

O ladrão, seja de qual forma que o corrompa (ladrão, estelelionatário, corrupto, batedor de carteira, etc.), aproveita-se do esforço de outra pessoa, sem que ninguém mais, a não ser ele mesmo, seja beneficiado pela sua ação. Quando subtrai o que não é seu, alguém ficará sem.

E você? Tem idéia da importância de seu trabalho? Consegue visualizar o benefício que ele traz a outra pessoa? Como se sente ao verificar que ele é importante, muito mais do que pode imaginar? Conte a si mesmo como sua ética lhe faz feliz a partir da felicidade de outra pessoa. Pense nisso. Até a próxima semana.

Rodolfo Nakamura

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Este é o primeiro post de 2010. Eu já enviei um email para os meus amigos com o conteúdo desta mensagem, mas, como nem sempre quem acessa este site são as pessoas que conheço (viva a Internet e suas conexões!!!), vou postar novamente aqui…

Um 2010 muito rico!


Desejo que você plante as melhores sementes para colher os melhores frutos

Eu estava fazendo uma retrospectiva do ano passado e vou dividir com você algumas conclusões.

Comecei 2009 solteiro, sem filhos, morando no Bosque da Saúde, sem livros, sem estudar e trabalhando em São Bernardo do Campo.

Bom, aí você já concluiu que, ano passado, tudo de bom aconteceu comigo. Minha vida mudou completamente.

  1. Casei-me. Estou muito feliz com minha parceira de vida, com quem desejo sempre e, efetivamente tenho conseguido, compartilhar os meus melhores momentos. É linda, de todas as formas que alguém pode ser maravilhosamente bonita. Chama-se Talita.
  2. Meu filho nasceu escorpiano, do dia 23 de outubro. Está com 7Kg, 65 cm e com muuuita saúde. É um anjo, chama-se Miguel.
  3. Mudei-me para um bairro que gostava, mas nunca imaginava mudar. Estou muito feliz em meu novo espaço, onde sinto-me acolhido. O bairro chama-se Santana.
  4. Lancei dois livros em agosto e mais um em dezembro. Chamam-se Moodle (sobre Ensino à distância), Sete Missões (sobre caminhadas) e Mídia (sobre propaganda).
  5. Resolvi fazer alguns cursos, um me formei, outro termino em fevereiro. Chamam-se Feng Shui Extensivo e Practitioner em Programação Neuro Linguistica (PNL).
  6. Após sair do ABC, dediquei-me ao meu projeto de 2007. Uma editora. É por onde lancei meus livros. Chama-se Farol do Forte editora (www.faroldoforte.com.br).
  7. Como parte das minhas SETE MISSÕES, concentro-me e desejo para você o que de mais valioso alguém pode desejar a alguém: que, em 2010, Deus continue abençoando a sua vida, recheando-a de FELICIDADE, SAÚDE, PAZ INTERIOR, HARMONIA COM O PRÓXIMO tudo o que pode ser resumido em uma só palavra. Chama-se Prosperidade.

Estou muito feliz hoje. E espero que você também tenha muitos momentos assim. Ter você como leitor deste blog é algo muito especial. Isso chama-se bênção.

Obrigado!

Rodolfo Nakamura

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Uma troca de emails sobre minha outra face da minha vida – a atividade acadêmica, onde atuo como professor – e veio a inspiração para este texto. A questão era sobre uma eventual injustiça, ou, pelo menos, sobre um tratamento diferenciado (prejudicial, na visão do estudante) na avaliação da prova. O aluno, como a maioria de nós, procurava isentar-se de sua responsabilidade, atribuindo a mim um rigor exagerado na correção de seu teste.

Quando lhe perguntam qual é o sabor de uma maçã, não adianta descrever como é um abacaxi, qual sua textura, sabor, etc etc etc. Você tem que falar algo sobre maçãs.

Sobre abacaxis, você pode fazer um tratado sobre o pomar, estações do ano, como são distribuídos e até mesmo vendidos na feira, preparados e consumidos em casa. Será inútil.

E na sua vida, você tem visto maçãs como abacaxis? Suas respostas atendem o que a vida lhe pergunta?

Muitas vezes vemos o problema de nossas vidas no retorno que os outros nos trazem. Tudo o que queremos para nós provavelmente está sob nosso controle e ainda não temos consciência disso tudo.

Outro dia, pensava sobre uma oportunidade que perdi por causa de um atraso. “Não fosse aquele farol vermelho, aquele carro que não avançou o sinal e me prendeu por 5 minutos no cruzamento congestionado… eu não perderia o prazo por apenas 2 minutinhos”.

Na verdade, resignei-me. Não resmunguei. Lamentei. É fato. Mas somente pelo motivo de que aqueles dois minutinhos foram frutos de vários atrasos durante o dia. Foram decisões de privilegiar um momento em detrimento de outro. Atrasei-me. Mas não foi o fato isolado do carro da frente, no semáforo fechado. Foi cada um dos momentos desde a hora em que acordei, até chegar naquele instante.

De certa forma, se ganhamos ou perdemos, foi porque assim decidimos.

Você já se sentiu em uma das duas situações acima? O que sua voz interior lhe diz? Pense nisso. Até o próximo post!

Rodolfo Nakamura

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Esses dias, fazendo a habitual faxina – sim, tem que limpar as gavetas e os armários para entrar coisas novas, renovar tudo! – encontrei um fragmento de texto, possivelmente algum ensaio para uso futuro, que compartilho agora com vocês…

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Seja persistente. Mas não deixe que se transforme em teimosia. A persistência é manter-se firme no propósito de alcançar seu objetivo. É buscar motivação para prosseguir mesmo quando tudo parece que está contra você. A teimosia é deixar de revisar os pés, acreditando que “é só um grão de areia” e caminhar por horas, até descobrir que aquele insignificante grãozinho transformou seus pés em bolhas que o impedirão de caminhar e seguir em frente.

Tenha orgulho de si mesmo. Mas não deixe que se transforme em soberba, em arrogância. Orgulhar-se é dar valor às suas conquistas. É ter consciência da sua capacidade de superar limites e comprovar sua competência diante dos obstáculos da vida. São pequenos tijolos que constroem sua existência vitoriosa. Mas o orgulho deixado à mercê do descuido pode ficar exagerado. a soberba e a arrogância não conhecem limites. Não sabem se comportar e acabam por transgredir o respeito a si mesmo e aos outros. É um sentimento destrutivo que começa por destruir a própria pessoa que o aceita em seu coração.

Seja humilde. mas não o seja excessivamente. Humildade demais pode se tornar autohumilhação. A humildade abre portas, permite novas possibilidades, traz boas amizades baseadas em preceitos divinos. mas o excesso de humildade pode levá-lo a estar em posição inferior em relação à situações ou pessoas, mesmo quando for inconveniente ou inadequado. Humilhar-se é abrir mão do seu amor-próprio, deixando brechas para que a vida lhe falte com o respeito.

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Você já se sentiu com algum sentimento assim? Pense nisso. Até o próximo post!

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