Archive for July, 2009

Hoje ouvi uma história daquelas que nos fazem pensar. Era sobre uma pessoa que jogou-se do 15º (décimo quinto) andar de um prédio. Foi um momento de confusão mental, de enfrentamento com problemas. E viveu.

Havia uma barra e um arbusto. Pensar que, deixar cair um tomate das mãos, ele se desmancha no chão. Nenhum órgão interno danificado. Nem uma sequela física – nem no cérebro, em lugar algum – senão um braço fraturado em várias partes, mas totalmente reconstituído e a bacia quebrada.

“Você não fica menos que dois anos internada”. Em três meses, saiu. “Você não fica menos que um ano em fisioterapia, para andar”. Em seis meses, está andando. Com dificuldades e apoio, mas andando.

Pois é, amigos, quando a gente acha que pode decidir o curso de nossas vidas, a vida fala mais alto.

A pessoa que me contou essa história – e conhece pessoalmente nosso personagem central de hoje – comentou: “sabendo de algo assim, simplesmente fica difícil desacreditar que algo maior, seja que nome seja dado a ele, Deus, Universo, Inteligência Superior, exista e controle tudo”.

Ela ainda complementou: “isso nos faz pensar que sempre estamos protegidos pela vontade dEle”.

Veja bem: já sentiu a fé tão próxima de você que simplesmente fosse impossível não ouvir seus argumentos? Pense nisso você também. Até a próxima semana.

Rodolfo Nakamura

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Esta palavra está circulando em minha vida com uma frequência incrível. Outro dia, fazendo uma terapia em PNL (Programação NeuroLinguística), o que mais ouvi foi justamente: “Precisamos todos aprender e exercitar a prática da gratidão”.

Na hora, veio-me a imagem que tive em minha última peregrinação. Eu estava caminhando, cheio de problemas na cabeça – todos, claros, virtuais, que só existem em nossa cabeça porque damos atenção e energia. Uma hora, senti meu anjo de guarda conversando comigo, em um diálogo surreal:

- Peça e será atendido.

No entanto, para a situação em pauta – e que não vem ao caso qual é, a aplicação é universal – não se tratava de uma decisão minha mudar. Era o resultado de uma ação minha, portanto eu deveria enfrentar o fato.

- Basta um pedido e tudo se resolverá – insistiu o anjo.

- Não. Não cabe a mim pedir. Se é fruto de minha atitude, então aceito a situação.

Em seguida, senti um grande alívio no peito e na alma. Em seguida, ouvi meu anjo de guarda dizer, em outro tom de voz:

- Então, agora, comece a agradecer.

Por isso, os textos deste ano têm uma tônica muito forte. Tudo na minha vida está tomando um rumo desejável. Então, mais uma vez:

Agradeço a Deus por todas as graças a mim concedidas.

Estou cercado de pessoas que me inspiram e me dizem o quanto é importante amar-se, respeitar-se e confiar na bondade de Deus que sempre encaminha nossas vidas para o melhor. Acredite nisso! Até a próxima semana!

Rodolfo Nakamura

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Ando meio sumido de todas as atividades relacionadas à internet, por conta das mudanças pessoais. A principal delas, é que, além de dividir a casa com uma mulher muito especial, também formalizamos esta união. Em palavras mais simples, nos casamos há algumas semanas.

É bastante claro que este fato trouxesse muitas mudanças em minha vida. No entanto, nem sendo muito otimista eu poderia supor que estaria tão feliz e tão realizado em minha vida.

A minha história com minha mulher começou em uma das peregrinações. Mais precisamente quando eu fazia o Caminho da Fé. Sentia-me desconfortável da vida, inclusive encontrando aborrecimentos na própria caminhada. Em um dos dias, conversando com o Pai, pedi uma namorada. Corrigi. Eu queria uma mulher com quem viesse a me casar. Descrevi-a com detalhes de caráter, atributos físicos e demais características. E assim fui atendido. Conforme eu a conheci, fui agradecendo a graça alcançada. Tinha cada vez mais certeza de que me fora concedida uma bênção.

No final do ano passado, enquanto planejava a caminhada do final de ano, sentia-me chateado com muita coisa em minha vida. Mais uma vez realizei minha conversa com o Pai. Pedi que resolvesse minhas situações particulares, alguns aborrecimentos que, inclusive, envolviam, de certa forma, meu relacionamento afetivo. Algumas semanas mais tarde, fui atendido, novamente.

Com relação a minha esposa, tudo o que tem sido solicitado, tenho sido atendido. Sexta-feira passada, enquanto viajávamos para Londrina, no Paraná, conversava com ela e surpreendi-me pela emoção ao descrever como me sentia feliz e realizado esses dias.

Agradeço a Deus por todas as graças a mim concedidas.

Torno público meu agradecimento. Pois, se algo que aprendi nestes anos todos é que a Gratitude – a atitude de estar grato – realiza milagres em nossas vidas.

Pense nisso. Até a próxima semana!

Rodolfo Nakamura

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