Esta semana estou voltando à escrever no Blog. Voltei de merecidas férias passadas no interior da Bahia e com as energias renovadas. Na verdade, fiquei quase duas semanas para a cabeça voltar para cá! E somente hoje volto à postar nos meus blogs.

O título refere-se ao Caminho da Luz que minha mãe, Dona Meire, meu irmão e dois amigos – Vicky e Cesar – estão fazendo neste exato momento. Eles saíram de São Paulo na manhã de sábado, em um vôo da Azul, de Campinas a Vitória. Apenas R$ 79,00!!! Lá, encontraram-se com as amigas peregrinas Marta, Maria Eugênia, Nádia e Sandra – que caminharam conosco há exatamente um ano pelo Caminho dos Anjos e que fizeram o da Luz no final do ano passado – e reavivaram a amizade. Esta é a melhor parte das caminhadas. As amizades são sinceras e duradouras.

Depois seguiram de ônibus para Carangola, e de lá até Tombos, onde começaram a peregrinar ontem, dia 07. Dona Meire, para quem não sabe, tem 76 anos completos e esta já é a sexta caminhada que faz. A primeira, para comemorar 70 anos (Caminho do Sol, 2004).

Estou caminhando à distância, pois toda hora dá vontade de ligar, passar mais algumas dicas, saber como está o caminho. Ontem, foi tudo bem, pegaram um pouquinho de chuva e chegaram quase à noite em Catuné. Ai, que saudades!

E você? Já está pensando em fazer a sua peregrinação? Como se sente em relação a isso? Pense nisso. Até a próxima semana.

Rodolfo Nakamura

Outro dia em conversava com minha mulher quando, subitamente, a conversa virou um exercício filosófico que vou compartilhar com você, agora.

Estávamos conversando sobre a criminalidade e, então, comecei a pensar sobre a ética e sua aplicação em nossa vida. Afinal, tenho ouvido há tempos reclamações sobre a crise ética em nosso país e no mundo, como as relações estão perdendo este importante componente.

Falando sobre crime, um roubo ou furto, é relativamente simples compreender a falta de ética. Alguém trabalhou, PRESTOU um serviço a outra pessoa, dispondo de seu tempo e, em troca, foi remunerado.

Com esta remuneração, adquiriu algum bem ou portava algum dinheiro, quando um ladrão o assaltou. É certo que, de certa forma, o fascínora tem sua dose de trabalho – vencer o medo, observar, planejar ou não a abordagem. Mas, convenhamos, o assaltante NÃO PRESTA SERVIÇO ALGUM a ninguem. Naquele momento, pensa somente em satisfazer sua própria necessidade, mesmo que isto custe a transferência de sua dificuldade em sobreviver a outrem.

Um trabalhador ou operário, ao escolher exercer sua atividade profissional, qualquer que seja, também decidiu que seu trabalho prestará um serviço a outra pessoa. Mesmo que trabalhe operando um equipamento em uma indústria, o produto manufaturado, fruto de seu trabalho e operação terá a função de prestar um serviço a algum consumidor. Um automóvel faz a viagem ficar mais rápida e, se possível segura, confortável e até conferir status. Um sabonete facilitará a limpeza e a desinfecção, melhorando a saúde de quem o utiliza e assim por diante.

O trabalho, como diz o ditado, enobrece e dignifica o Homem, porque é sua função neste plano: colaborar para o desenvolvimento do Universo, a partir de sua ajuda ao próximo – neste caso, refiro-me à sua atividade produtiva, não excluindo a solidariedade, mas falando da ética da produção.

O ladrão, seja de qual forma que o corrompa (ladrão, estelelionatário, corrupto, batedor de carteira, etc.), aproveita-se do esforço de outra pessoa, sem que ninguém mais, a não ser ele mesmo, seja beneficiado pela sua ação. Quando subtrai o que não é seu, alguém ficará sem.

E você? Tem idéia da importância de seu trabalho? Consegue visualizar o benefício que ele traz a outra pessoa? Como se sente ao verificar que ele é importante, muito mais do que pode imaginar? Conte a si mesmo como sua ética lhe faz feliz a partir da felicidade de outra pessoa. Pense nisso. Até a próxima semana.

Rodolfo Nakamura

Este é o primeiro post de 2010. Eu já enviei um email para os meus amigos com o conteúdo desta mensagem, mas, como nem sempre quem acessa este site são as pessoas que conheço (viva a Internet e suas conexões!!!), vou postar novamente aqui…

Um 2010 muito rico!


Desejo que você plante as melhores sementes para colher os melhores frutos

Eu estava fazendo uma retrospectiva do ano passado e vou dividir com você algumas conclusões.

Comecei 2009 solteiro, sem filhos, morando no Bosque da Saúde, sem livros, sem estudar e trabalhando em São Bernardo do Campo.

Bom, aí você já concluiu que, ano passado, tudo de bom aconteceu comigo. Minha vida mudou completamente.

  1. Casei-me. Estou muito feliz com minha parceira de vida, com quem desejo sempre e, efetivamente tenho conseguido, compartilhar os meus melhores momentos. É linda, de todas as formas que alguém pode ser maravilhosamente bonita. Chama-se Talita.
  2. Meu filho nasceu escorpiano, do dia 23 de outubro. Está com 7Kg, 65 cm e com muuuita saúde. É um anjo, chama-se Miguel.
  3. Mudei-me para um bairro que gostava, mas nunca imaginava mudar. Estou muito feliz em meu novo espaço, onde sinto-me acolhido. O bairro chama-se Santana.
  4. Lancei dois livros em agosto e mais um em dezembro. Chamam-se Moodle (sobre Ensino à distância), Sete Missões (sobre caminhadas) e Mídia (sobre propaganda).
  5. Resolvi fazer alguns cursos, um me formei, outro termino em fevereiro. Chamam-se Feng Shui Extensivo e Practitioner em Programação Neuro Linguistica (PNL).
  6. Após sair do ABC, dediquei-me ao meu projeto de 2007. Uma editora. É por onde lancei meus livros. Chama-se Farol do Forte editora (www.faroldoforte.com.br).
  7. Como parte das minhas SETE MISSÕES, concentro-me e desejo para você o que de mais valioso alguém pode desejar a alguém: que, em 2010, Deus continue abençoando a sua vida, recheando-a de FELICIDADE, SAÚDE, PAZ INTERIOR, HARMONIA COM O PRÓXIMO tudo o que pode ser resumido em uma só palavra. Chama-se Prosperidade.

Estou muito feliz hoje. E espero que você também tenha muitos momentos assim. Ter você como leitor deste blog é algo muito especial. Isso chama-se bênção.

Obrigado!

Rodolfo Nakamura

Uma troca de emails sobre minha outra face da minha vida – a atividade acadêmica, onde atuo como professor – e veio a inspiração para este texto. A questão era sobre uma eventual injustiça, ou, pelo menos, sobre um tratamento diferenciado (prejudicial, na visão do estudante) na avaliação da prova. O aluno, como a maioria de nós, procurava isentar-se de sua responsabilidade, atribuindo a mim um rigor exagerado na correção de seu teste.

Quando lhe perguntam qual é o sabor de uma maçã, não adianta descrever como é um abacaxi, qual sua textura, sabor, etc etc etc. Você tem que falar algo sobre maçãs.

Sobre abacaxis, você pode fazer um tratado sobre o pomar, estações do ano, como são distribuídos e até mesmo vendidos na feira, preparados e consumidos em casa. Será inútil.

E na sua vida, você tem visto maçãs como abacaxis? Suas respostas atendem o que a vida lhe pergunta?

Muitas vezes vemos o problema de nossas vidas no retorno que os outros nos trazem. Tudo o que queremos para nós provavelmente está sob nosso controle e ainda não temos consciência disso tudo.

Outro dia, pensava sobre uma oportunidade que perdi por causa de um atraso. “Não fosse aquele farol vermelho, aquele carro que não avançou o sinal e me prendeu por 5 minutos no cruzamento congestionado… eu não perderia o prazo por apenas 2 minutinhos”.

Na verdade, resignei-me. Não resmunguei. Lamentei. É fato. Mas somente pelo motivo de que aqueles dois minutinhos foram frutos de vários atrasos durante o dia. Foram decisões de privilegiar um momento em detrimento de outro. Atrasei-me. Mas não foi o fato isolado do carro da frente, no semáforo fechado. Foi cada um dos momentos desde a hora em que acordei, até chegar naquele instante.

De certa forma, se ganhamos ou perdemos, foi porque assim decidimos.

Você já se sentiu em uma das duas situações acima? O que sua voz interior lhe diz? Pense nisso. Até o próximo post!

Rodolfo Nakamura

Esses dias, fazendo a habitual faxina – sim, tem que limpar as gavetas e os armários para entrar coisas novas, renovar tudo! – encontrei um fragmento de texto, possivelmente algum ensaio para uso futuro, que compartilho agora com vocês…

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Seja persistente. Mas não deixe que se transforme em teimosia. A persistência é manter-se firme no propósito de alcançar seu objetivo. É buscar motivação para prosseguir mesmo quando tudo parece que está contra você. A teimosia é deixar de revisar os pés, acreditando que “é só um grão de areia” e caminhar por horas, até descobrir que aquele insignificante grãozinho transformou seus pés em bolhas que o impedirão de caminhar e seguir em frente.

Tenha orgulho de si mesmo. Mas não deixe que se transforme em soberba, em arrogância. Orgulhar-se é dar valor às suas conquistas. É ter consciência da sua capacidade de superar limites e comprovar sua competência diante dos obstáculos da vida. São pequenos tijolos que constroem sua existência vitoriosa. Mas o orgulho deixado à mercê do descuido pode ficar exagerado. a soberba e a arrogância não conhecem limites. Não sabem se comportar e acabam por transgredir o respeito a si mesmo e aos outros. É um sentimento destrutivo que começa por destruir a própria pessoa que o aceita em seu coração.

Seja humilde. mas não o seja excessivamente. Humildade demais pode se tornar autohumilhação. A humildade abre portas, permite novas possibilidades, traz boas amizades baseadas em preceitos divinos. mas o excesso de humildade pode levá-lo a estar em posição inferior em relação à situações ou pessoas, mesmo quando for inconveniente ou inadequado. Humilhar-se é abrir mão do seu amor-próprio, deixando brechas para que a vida lhe falte com o respeito.

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Você já se sentiu com algum sentimento assim? Pense nisso. Até o próximo post!

Hoje nasceu Miguel. Foram 40 semanas aguardando ansiosamente a sua chegada. Somente quem passa pela experiência gratificante e maravilhosa tem uma idéia do que sentimos diante deste verdadeiro milagre que é a vida.

Lá estávamos, preparados no centro obstétrico. As horas passavam e nada dos médicos surgirem com a previsão de entrada na sala cirúrgica. Havia um outro caso, um parto de emergência, que, inclusive, levou a recém-mamãe para a observação na UTI.

Nós estávamos tranquilos. Mas, obviamente ansiosos. As horas passavam lentamente, até que nos avisaram que a sala estava sendo preparada para minha mulher. Fomos levados até lá.

- Neste momento, da cirurgia, pediremos ao senhor que fique na ante-sala – disse-me a enfermeira.

Foram 5 minutos looooongos. Angústia. Silêncio.

- Vamos lá? – perguntou-me a enfermeira, fazendo com que eu a seguisse até a sala cirúrgica.

Começaram os procedimentos. Dois  minutos se passaram, depois que o médico fez a abertura com o bisturi. O bebê parecia não querer sair. Ao invés de ir em direção ao mundo, parecia encolher-se para dentro do útero. Empurra. Direciona. Intermináveis dois minutos.

Rapidamente, ele saí, chora. Já é levado para outra sala, onde será limpo e receberá os primeiros cuidados. Choramos também. Lágrimas de alegria, emoção, comoção.

Como um milagre, de um segundo a outro ele começa a respirar. Grita. Esperneia. Está dizendo que veio ao mundo. Como um milagre, de um instante a outro, ele deixa o ambiente aconchegante e líquido e passa a viver em nosso ambiente hostil – de vento frio e sol escaldante revezando-se na tarde da primavera – e com ar a toda volta. Um milagre. Lindo. Perfeito. Como é tudo o que o Senhor do Universo nos traz.

Mais uma vez, só tenho uma frase a dizer. Agradeço a Deus por todas as graças a mim concedidas.

Só mesmo a atitude de gratidão é permitida diante deste milagre.

E você? Já agradeceu hoje? Já pronunciou palavras de gratidão? Já sentiu-se grato? Então aguce os sentidos. O milagre divino está em toda parte. Pense nisso. Até a próxima semana!

Rodolfo Nakamura

Esses dias estava olhando a prateleira de DVDs e encontrei um filme que já estava meio empoeirado na minha estante. Era um dia melancólico, chovia e o vento frio convidava a permanecer em casa. O cinza do céu era a cor da introspecção sugerida pelo dia.

Mas, ao encontrar o filme, lembrei-me de algo que teve muito valor na minha vida e, mais uma vez, sabiamente o Universo o colocou diante de mim. Um determinado ponto, um dos atores fala sobre mudar o humor. Obviamente, o incentivo era motivar a atitude positiva, o que nem sempre é possível manter, pois a vida é feita de vários momentos e situações a resolver.

Mas, a forma como vivemos, esta sim é uma escolha nossa. E lá estava eu, com meu dia frio e alma acinzentada, quando resolvei colocar uma inspiradora coleção de músicas que aprecio. Poucos SEGUNDOS bastaram para que meu humor alterasse. O ritmo ficou mais alegre no espírito. O dia ficou mais luminoso. Os projetos ganharam vida.

Lá fora, continuava chovendo e fazendo frio. Mas, dentro de casa, e do templo da alma, a morada da mente, tudo estava mais colorido e fluindo melhor. Tudo é uma questão de como escolhemos passar pela vida.

Você também se viu em uma situação assim? Como se sentiu? Troque a música de sua vida. Ela fará milagres. Pense nisso. Até a próxima semana!

Rodolfo Nakamura

Hoje, conversando com a Suely Nishimura, Master Pratictioner Programação NeuroLinguistica (PNL), comentamos sobre a nossa percepção em relação aos nossos aspectos da vida. Surgiu uma imagem interessante que quero compartilhar com vocês.

Falávamos de alguns casos de pessoas que, mesmo com uma confortável situação financeira, encontram dificuldades em outros quadrantes da vida. Na maioria das vezes, buscam a realização material, e obtém, mas nem essa pessoa nem as que estão à sua volta – a família – encontram a tão sonhada felicidade.

Possivelmente porque a vida tornou-se vazia de valores éticos, estéticos, ecológicos, morais, etc. Até mesmo falta, muitas vezes, um sentido para a vida, um senso de missão. Em outras palavras, cuida-se pouco do espírito, para cuidar-se muito da matéria.

A vida focada no aspecto material, tem poucos valores. Mas tem seu preço. A vida focada nos aspectos extra-materiais, digamos assim, ou espirituais, se assim preferir, tem seus valores – e, curiosamente, não tem preço.

Viver com harmonia, tendo mais momentos de felicidade do que preocupações com a saúde (física, mental ou psicológica) é quase uma utopia para muita gente. Mas, tenha certeza, é possível.

Veja como está se sentindo hoje. O que seu espírito quer dizer para você? Pense nisso. Até a próxima semana.

Rodolfo Nakamura

Estes dias eu lia um artigo sobre o tema, que classifica a “Esperança” como uma virtude. O termo sempre me causou um certo incômodo, pois sempre me transmitiu algo como uma passividade.

No entanto, naquela leitura, tive uma outra visão que quero compartilhar com vocês. A esperança é a virtude de quem tem fé. Principalmente em quem acredita na perfeição e na bondade de Deus.

Se algo não está bom e temos esperança de que vai mudar para melhor, esta é a demonstração de nossa confiança no Divino. Saber que, se está diferente do que devia estar – pelas nossas atitudes, ações e comportamento – então é porque a perfeição do Universo ainda não se manifestou.

Manter a esperança, portanto, longe de ser uma atitude piegas, velha ou defasada, é, ao contrário, moderna, atual e enriquecedora. Se é que temos em acreditar em algo, que seja crer que algo maior que nós existe, que Ele é perfeito, bondade e amor. E que sempre está pronto a nos ajudar a alcançar nossos objetivos.

Pense nisso. Ouça e sinta o seu eu interior e verá que a esperança estará lá, aguardando manifestar-se. Até a próxima semana!

Rodolfo Nakamura

Semana passada estive correndo para o nascimento de dois filhotes: o livro “Moodle”, um guia para utilização do famoso software de apoio ao Ensino à Distância, e o “7 Missões”, este, um guia para o desenvolvimento pessoal tendo como base o Caminho das Missões.

Ambos livros estão disponíveis no site da editora Farol do Forte. Na loja virtual, é possível, além de comprar a versão impressa com acabamento luxo (capa dura), fazer o download gratuito do texto na íntegra.

Capa Livro Sete Missões

O caminho para escrevê-los foi bastante distinto. O primeiro, foi fruto de pesquisas na época de criação de um grande evento de Educação e Tecnologia. Já o outro, tem uma relação muito grande com este blog e começou a ser escrito há quase 5 anos, quando fiz o Caminho das Missões pela primeira vez.

Espero, de fato, que eles contribuam, de alguma forma, para o crescimento pessoal dos leitores.

Um grande abraço!

Até a próxima semana!

Rodolfo Nakamura

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